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Acadêmico Basílio de Oliveira autografa Atlaids - 25 de junho de 2015

Em noite de autógrafos na Academia Nacional de Medicina (ANM), na última quinta-feira, 25, o Acadêmico Carlos Alberto Basílio de Oliveira relançou o Atlas de Patologia da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - ATLAIDS, editado pela Atheneu/FAPERJ. Em 468 páginas, o compêndio traz ilustrações clínicas, patológicas e histopatológicas, raramente vistas em publicações sobre o tema, complementadas por um conjunto de textos de colaboradores, a maioria deles do Hospital Universitário Gafrée Guinle da Universidade do Rio de Janeiro – UNIRIO.

Com 24 capítulos, o volume vem acompanhado de um CD room, e reúne textos de especialistas abordando temas diversos, tais como pele e Aids, alterações neurológicas na infecção pelo HIV, os primeiros anos da descoberta da doença e aspectos médico-legais e éticos na autópsia.

Editor científico do ATLAIDS, o Acadêmico Carlos Alberto Basílio-de-Oliveira, Professor-Titular de Clínica Médica da Universidade do Rio de Janeiro- UNIRIO, diz na introdução ao volume que a realização do Atlas é fruto de uma parceria entre a Coordenação Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis/Aids do Ministério da Saúde, a Secretaria de Estado de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e a Disciplina de Anatomia Patológica da UNIRIO. Em rápida entrevista o Acadêmico comenta sobre o livro.

 

ENTREVISTA

Qual a contribuição do Atlaids para ao debate sobre a AIDS?

Acadêmico Basílio de Oliveira: O livro traz uma abertura não só no diagnóstico, mas principalmente um aviso, fazendo este diagnóstico, quanto à prevenção, no sentido de evitar o contágio do HIV

Como está a evolução hoje do tratamento da AIDS?

Acadêmico Basílio de Oliveira: As novas descobertas são extremamente importantes, e se constituem em demonstração cabal do avanço do conhecimento médico e do avanço da Medicina.

Como avalia o trabalho desenvolvido no Brasil neste campo?

Acadêmico Basílio de Oliveira: Nosso país tem um trabalho de ponta no tratamento da AIDS, sem discriminação de classe social. E isto é maravilhoso.

 

Texto: Rubeny Goulart